segunda-feira, 5 de julho de 2010

Show Grupo Tambor Mineiro


Neste sábado, 10/07, 21h tem show do Tambor Mineiro no Teatro Dom Silvério (BH). Ingresso: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia. Mais informações: http://www.chevrolethallbh.boltbrasil.com.br/programacao/tambor-mineiro/

Apareça!!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Corjeto Tambor Mineiro na Festa da Música


Jornal Estado de Minas - 7/06/10

FESTA DA MÚSICA
Shows para 120 mil
Maratona de 50 concertos, durante 10 dias, em 13 espaços públicos da capital termina com arrastão de tambores no Parque Municipal e os sons da guitarra baiana na Praça do Papa

Amanda Almeida

Choro, música clássica e samba na Praça do Papa. Congado no Parque Municipal Américo René Giannetti. Valsa e frevo no Museu de Artes e Ofícios. O último dia da 4ª Festa da Música, promovida pela Fundação Assis Chateaubriand e a Guarani FM 96,5, retratou bem o espírito do evento: música de vários gêneros e de alta qualidade em diferentes espaços públicos. Durante os 10 dias de evento, cerca de 120 mil pessoas assistiram às 50 atrações gratuitas. Ao pé da Serra do Curral, com a praça cheia, Armandinho Macêdo e sua guitarra baiana foram os responsáveis pelo encerramento da maratona musical.
No Parque Municipal, no Centro da capital, quem puxou a despedida da Festa da Música foi o mineiro Maurício Tizumba. Com o Cortejo Tambor Mineiro, ele fez um convite ao público: dar um passeio pelo espaço verde entoando canções do congado e da música popular brasileira, ao som dos tambores. Pediu e foi atendido. Em poucos minutos de apresentação, a plateia já dançava no ritmo das batidas e cantava junto: “Oh, oh, oh, oh, Minas Gerais. Deixa o povo passar, deixa o povo passar”.

A aposentada Alverita Neta, de 88 anos, acompanhou bravamente o chamado do mestre Tizumba, caminhou pelo parque e entoou as canções com ele. “Fiquei muito feliz de cantar com ele. Lembro-me de algumas músicas da minha infância. Gostava muito das cantigas”, contou. E o batuque atraiu também quem passava pela feira de artesanato da Avenida Afonso Pena. “O som é muito convidativo. Dá vontade de dançar e bater palma no ritmo dos tambores”, relatou a professora Maria Aparecida Oliveira, de 52.

O engenheiro Fernando Lima, de 48, a mulher, Andrea Salomão, de 49, e os filhos, Pedro, de 6, e André, de 4, foram ao parque especialmente para assistir a Tizumba. “Até suei na caminhada, mas valeu a pena. É um espetáculo a céu aberto perfeito para as crianças”, disse. Antes do artista mineiro, os tambores já tinham aquecido o encerramento da Festa da Música. O grupo Batuque Salubre arrancou aplausos do público. “Adorei tocar no parque porque as pessoas acompanharam e dançaram”, contou o pequeno músico Kauã Moreira, de 7.

No Museu de Artes e Ofícios, o violinista Alessandro Penezzi misturou o universo erudito e popular. No repertório, choro, valsa, baião e frevo. Antes de Armandinho encerrar a maratona, André “Limão” Queiroz foi assistido por centenas de pessoas, na Praça do Papa. Compositor e professor de música, ele tocou bateria.

FESTival Mas a maratona só fará um intervalo. No ano que vem, tem mais da festa mineira, que integra uma celebração mundial. Em 1981, a França criou o festival para promover a democratização do acesso à arte e cultura. Quatro anos depois, o evento começou a ser exportado e, hoje, mais de 100 países têm experiências da Festa da Música. Em Minas, além de trazer bandas consagradas, o festival abre espaço para novos talentos.

Este ano, a novidade foi incorporação de quatro lugares para as apresentações: o Cento e Quatro (Praça da Estação), a Praça Tom Jobim (Santa Efigênia) e Feira Modelo (Rua Araguari, entre Matias Cardoso e Rodrigues Caldas, no Santo Agostinho), totalizando 13 (Parque Municipal, Museu de Artes e Ofícios, Teatro Alterosa e praças do Papa, JK, Liberdade, Santa Tereza, Nova da Pampulha e Diogo Vasconcelos).

Fonte: http://www.uai.com.br/em.html

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Lenda do tambor africano

Dizem na Guiné que a primeira viagem à Lua foi feita pelo Macaquinho de nariz branco. Segundo dizem, certo dia, os macaquinhos de nariz branco resolveram fazer uma viagem à Lua a fim de trazê-la para a Terra. Após tanto tentar subir, sem nenhum sucesso, um deles, dizem que o menor, teve a ideia de subirem uns por cima dos outros, até que um deles conseguiu chegar à Lua. Porém, a pilha de macacos desmoronou e todos caíram, menos o menor, que ficou pendurado na Lua. Esta lhe deu a mão e o ajudou a subir. A Lua gostou tanto dele que lhe ofereceu, como regalo, um tamborinho. O macaquinho foi ficando por lá, até que começou a sentir saudades de casa e resolveu pedir à Lua que o deixasse voltar. A lua o amarrou ao tamborinho para descê-lo pela corda, pedindo a ele que não tocasse antes de chegar à Terra e, assim que chegasse, tocasse bem forte para que ela cortasse o fio. O Macaquinho foi descendo feliz da vida, mas na metade do caminho, não resistiu e tocou o tamborinho. Ao ouvir o som do tambor a Lua pensou que o Macaquinho houvesse chegado à Terra e cortou a corda. O Macaquinho caiu e, antes de morrer, ainda pode dizer a uma moça que o encontrou, que aquilo que ele tinha era um tamborinho, que deveria ser entregue aos homens do seu país. A moça foi logo contar a todos sobre o ocorrido. Vieram pessoas de todo o país e, naquela terra africana, ouviam-se os primeiros sons de tambor.
Autor: Fernando Vale
Extraído de: Contos tradicionais dos países lusófonos

fonte:http://www.arnug.com/mep/?page_id=192

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Programa Feito em Casa na Rádio Inconfidência FM 100,9 BH


Feito em Casa – por Mauricio Bianco (Abril 2010)

A intenção desde Feito em Casa foi compartilhar um pouco das músicas que curto e escuto com as pessoas que gosto e agora tenho a oportunidade de dividir com os ouvintes da Rádio Inconfidência. Optei por limitar-me às músicas instrumentais, como forma de complementar as ótimas programações que foram selecionadas nos Feito em Casa que já foram apresentados. Essa limitação, em se tratando de música brasileira, é um tanto quanto abrangente (graças a Deus), o que certamente é um grande privilégio dos ouvintes da Rádio, que toca apenas músicas brasileiras. Mesmo no ambiente instrumental, no cardápio que pretendo servir neste Feito em Casa, tentei diversificar bastante os estilos musicais.

As músicas que trago aqui são parte de uma seleção pessoal, mais do que uma seleção do Tambor Mineiro, já que pelo fato de ser um grupo extremamente heterogêneo, seria impossível escolher 12 músicas que representassem as inspirações dos integrantes, tamanha a diversidade das pessoas que compõem no Tambor Mineiro. De qualquer forma, dentre as músicas, selecionei duas interpretações instrumentais de Mauricio Tizumba e o Tambor Mineiro, que fazem parte do disco Rosário Embolado.

1º bloco
• Noite de Chuva, peça composta numa parceria de Paulo Santos e Mauricio Tizumba com interpretação do grupo Tambor Mineiro, Tizumba e Uakti. É a primeira parceria do Tambor Mineiro com o grupo Uakti. A base da música foi feita com as caixas de Congado tocadas pelo Tambor Mineiro e o arranjo de Paulo Santos complementa harmoniosamente a melodia de marimbas, flauta e instrumentos confeccionados pelo grupo Uakti, luxuosa colaboração para esta faixa. Paulo Santos nas marimbas e tri-mí. Décio Ramos no tri-lá. Artur Andrés na flauta. E Tizumba e Tambor Mineiro nas caixas de Congado.

• Roda Moinho, de Naná Vasconcelo, do disco Trilhas, que é uma seleção de músicas feitas por Naná, ao longo de sua carreira, especialmente para trilhas sonoras de filmes, espetáculos de teatro e dança. Trata-se de poesias musicais de raíz bem brasileira. A música tem percussão de Naná Vasconcelos e flautas de César Michiles.

• Sangue de Bairro (versão instrumental), de Chico Science e Nação Zumbi, feita especialmente para a trilha sonora do filme Baile Perfumado. As imagens do filme onde surge a música são do Parque Nacional Serra da Capivara no Piauí, tanto o som como as imagens são muito intensos. A trilha sonora de Baile Perfumado é toda embalada por Chico Science, Fred Zero Quatro (do Mundo Livre S/A) e Lúcio Maia. Ela compõe uma síntese da tradição nordestina e modernidade no sertão árido e violento de Lampião. Esta música mostra bem a pegada da percussão das alfaias da Nação Zumbi e a fantástica guitarra do Jimmy Hendrix brasileiro, Lúcio Maia.

2º bloco
• Abre-Coco, do excelente violonista mineiro Weber Lopes, do disco Mapa, que se não me engano é o mais recente disco dele. Tive a oportunidade de viajar com ele para Turim em 2008, onde músicos mineiros se apresentaram naquela cidade e realmente pude sentir o quão completo é este músico. Na ocasião ele improvisava com o percussionista Gilson Silveira, mostrando ser dono de uma técnica maravilhosa. Nesta música, Weber no violão, o grande Toninho Ferragutti no acordeom, Zeca Assumpção no contrabaixo acústico, André Limão Queiroz na bateria e Guello no pandeiro e percussão.
• Duerme Negrito, do argentino Atahualpa Yupanqui, muito conhecida na voz da Negra Mercedes Sosa. Esta versão foi interpretada pelo exímio violonista gaúcho Yamandú Costa e o clarinetista Paulo Moura. A música faz parte do excelente disco gravado por Yamandú e Paulo Moura em 2004, chamado El Negro del Blanco, onde um violão ímpar e uma clarineta muito esperta costuram ótimas músicas do cancioneiro popular latino-americano. Esta é apenas uma das excelentes músicas deste disco.
• Berimbau, de Baden Powell e Vinicius de Morais. Um clássico dos afro-sambas de Vinicius e Baden, nesta versão só com um maravilhoso violão de Baden Powell. Esta música se parece com cachaça envelhecida, quando mais passa o tempo, parece que ela fica melhor.

3º bloco
• Cristo Nasceu na Bahia, dos mestres Sebastião Cirino e Duque Bicalho, interpretada por um grupo apaixonado por chorinho chamado Choro & Cia de Juiz de Fora. Esta música foi um grande sucesso do carnaval de 1926 e os autores são grandes músicos lá do início de 1900. Duque Bicalho chegou a lecionar com Villa-Lobos e Sebastião Cirino tocava com Donga e Pixinguinha. Um ótimo choro.

• Frevo Inca, do grupo Pifarinha de Uberlândia, que eu considero um verdadeiro achado. Esta música é do disco De Coco a Barroco que percorre a música tradicional brasileira, com leve toque medieval, misturando-se ao contemporâneo, mas firmada em algo que remete ao povo e aos elementos da natureza. Estes jovens músicos antenados de Uberlândia, fazem um som autêntico, misturando pífanos, sanfona, flauta e inúmeros elementos de percussão, como vamos sentir nessa música de composição de Christiano Rodrigues.

• Solaris/Só mais um Samba, de Rica Amabis e Los Sebosos Postizos, do disco Coleção Nacional, do coletivo de músicos Instituto. Na 1ª parte e na 2ª parte a composição é de Daniel Bozio. A faixa é um dub com percussão eletrônica, baixo e guitarra na 1ª parte que emenda na 2ª metade com um som mais lounge do ex-Mamelo Sound System e uma linda clarineta de Luca Raele.

4º bloco
• No Tranco, do percussionista carioca Siri, do seu 1º trabalho gravado entre 2001 e 2003. Nessa música ele usa um fusca para tirar o som não só de toda a lataria do carro, mas também do motor e até da ignição. Tudo isso junto e ainda somado a um arranjo de trombones, dá um groove muito autêntico e em show o número do fusca realmente é bem performático. A música é do próprio Ricardo Siri.

• Coisa nº 4, do Maestro Moacir Santos, interpretada por Mauricio Tizumba e pelo grupo Tambor Mineiro, com adaptação do saxofonista mineiro Ibraim Netto e um naipe de metais de músicos também de Minas: Ibraim Netto no sax, Wagner Mayer e Hélio Azevedo no trombone tenor, João Vianna no trompete e Raissa Anastásia na flauta transversa. Essa interpretação, que está no disco Rosário Embolado, é uma homenagem a Moacir Santos, compositor, arranjador, maestro e multi-instrumentista nascido no sertão de Pernambuco que era um virtuose em vários instrumentos. Moacir Santos é tido como um dos maiores mestres da renovação harmônica da música popular brasileira. Ele foi professor de músicos como Baden Powell, Paulo Moura, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e outros importantes nomes da música brasileira. Ele realmente era uma fera! A adaptação de Ibraim foi feita com base nas caixas de Congado tocadas pelo Tambor Mineiro no ritmo moçambique serra-baixo e com congas tocadas por Tizumba. Nesta adaptação há um diálogo entre a música tradicional dos terreiros de Congado de Minas com uma composição harmônica e sofisticada de Moacir Santos.

• Dança dos Meninos, esta pérola de composição de Marco Antônio Guimarães e Milton Nascimento, numa versão instrumental interpretada pelo Uakti. Essa música está no disco Mapa do Uakti. A faixa é leve, alegre ao extremo, finíssima, dá perfeitamente pra imaginar os passarinhos voando e muito mais. Marco Antônio Guimarães trabalhou com Walter Smetak na UFBA, onde aprendeu muito sobre a construção dos instrumentos inusitados do Uakti, com esse alemão-baiano, um dos responsáveis pela fagulha inicial do movimento da Tropicália.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Aulas de Dança-Afro

Aulas de Dança Afro no Tambor Mineiro.


A partir do dia, 04/03/2010

Toda quinta, das 19:00 as 20:00 hs

Professor: Benjamin Abras

Matricula: 45,00
Mensalidade 90,00
Inscrições e informações: 031-3295-4149 ou 031-9858-3937

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

domingo, 6 de dezembro de 2009

Grupo Tambor Mineiro na Pauta Funarte de Música BH


Show "Rosário Embolado" no Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1201, Centro), sábado, 12/12, 17h. Ingresso: R$5,00

segunda-feira, 23 de novembro de 2009


Encerramento do Festival Bandas de Cá
29 de Novembro, 19h
São João del-Rei/MG – Av. Pres. Tancredo Neves de Almeida

Com apresentação de Wagner Tiso, Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro.

Entrada franca
Informações para o público: (32)2211-7295

terça-feira, 17 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009


Participação de Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro do Festival Bandas de Cá em Ouro Preto no dia 11 de outubro.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

TAMBOR MINEIRO NO PROJETO BANDAS DE CÁ – EDIÇÃO 2009


11 de Outubro, 19h30
Ouro Preto – Praça Tiradentes

Encerramento, com apresentação da Banda Curió de Minas, sob a regência do maestro Teófilo Helvécio, Lô Borges, Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro.

Entrada franca
Informações para o público: (32)2211-7295

Música Minas no RJ!

sábado, 3 de outubro de 2009

Tambolelê pra crianças

Domingo, 4/10 tem show do Tambolelê pra crianças no Teatro Alterosa (BH), 16h! R$14 inteira e R$7 meia. Bora la!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

FESTIVAL DE CULTURA POPULAR - SESC

Show Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro
Quinta-feira, 20 de Agosto, às 12h30
Praça Sete (Rua Rio de Janeiro entre Av. Afonso Pena e Rua Tamoios) - Belo Horizonte-MG
Entrada Franca!
Informações: (31) 3279-1449

sábado, 20 de junho de 2009

Horizontes Urbanos

















CORTEJO TAMBOR MINEIRO!


Saída às 11h do dia 24 de junho, da Prefeitura de Belo Horizonte com destino a Praça da Rodoviária.

Horizontes Urbanos - Mostra Internacional de Dança em Espaço Urbano

Confira a programação completa no site do Teatro Alterosa.

Outras informações:
31-3222-1438
Show do Tambolelê em Vespasiano, no terminal rodoviário, domingo, 21/06, 20h. De graça! Julia Ribas toca antes!

sábado, 6 de junho de 2009

Hoje no Parque!



Projeto Manuelzão / FestiVelhas Belo Horizonte

Show com Mauricio Tizumba e Tambor Mineiro
Sábado / 06 de junho / 22:30 horas
Parque Municipal - Belo Horizonte-MG
Entrada Franca!
Informações e programação completa http://www.manuelzao.ufmg.br/expedicao2009/